Posts Tagged ‘Segunda Guerra Mundial’

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A incrível história do japonês que permaneceu em combate na Segunda Guerra Mundial até 1974

julho 14, 2016
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Hiroo Onoda em 1944

Duas datas e ocasiões são referências para o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945. A primeira é o dia 8 de maio, fim do conflito na Europa e a segunda é o dia 2 de setembro, quando encerraram os embates na Ásia com a rendição do Japão. Enfim, a guerra havia acabado, mas não para todos os combatentes, pois o japonês Hiroo Onoda, que era descendente de uma tradicional família de samurais, continuou firme em seu posto de combate até 1974, pois não tomou notícia do fim da guerra.

Ele cumpriu por tempo demais sua missão em Lubang, nas Filipinas, onde deveria integrar a chamada Brigada Sugi, que tinha como propósito estratégico causar danos em pelotões norte-americanos que também estavam presentes na ilha e para isso o grupo de Onoda estava preparado para atuar em ações de guerrilha e na realização de atos de sabotagem. Onoda tinha treinamento como integrante da inteligência tática do Exército Imperial e por isso atuar em condições severas era normal para ele e seus homens, mas sua missão não foi exitosa e a brigada acabou sendo derrotada em combate, sendo forçada à rendição em 28 de fevereiro. Mas o tenente Onoda, o cabo Shoichi Shimada e os soldados Kinsshichi Kozuda e Yuichi Akatsu resolveram resistir, seguindo um plano de retirada para as montanhas e permaneceram lá sem tomar conhecimento dos fatos além da ilha do arquipélago filipino.

Os norte-americanos sabiam que ainda havia soldados japoneses em Lubang e em outras localidades nas Filipinas e passaram a tentar alertar aos desavisados a respeito do fim da guerra através de panfletos que eram jogados a partir de aviões, por mensagens de rádio e alto-falantes. O grupo de Onoda se recusou a levar os avisos em consideração, duvidando do teor das mensagens. Nem a divulgação pelos mesmos métodos da ordem do general-comandante Tomoyuki Yamashita convenceu o teimoso grupo, pois eles consideraram que a mensagem era um estratagema dos norte-americanos para frustrar a missão que levaram até o fim.

Até o final de 1949 os quatro resistiram sobrevivendo de frutas, gado roubado e caça, vivendo basicamente acampados, mas o soldado Akatsu achou que aquilo era demais para ele e resolveu se entregar aos filipinos, encerrando sua prolongada participação na guerra. A desistência do companheiro acirrou ainda mais a disposição de resistir dos demais, que recuaram ainda mais para a selva para continuar combatendo, agora contra os oponentes que encontravam pela frente: a polícia e civis que não tinham nada a ver com a missão dos guerreiros sem guerra. A ação dos japoneses contra as vítimas que continuavam fazendo alarmou as autoridades filipinas, que iniciaram uma caçada combatentes que concluíram que a reação era uma prova de que a guerra ainda não havia acabado.

O próprio governo japonês continuou a tentar fazê-los desistir, e em 1952 foram jogados sobre a selva fotos e mensagens dos parentes que imploravam para que desistissem da missão, mas nem isso bastou, pois eles insistiam acreditando que era armação dos inimigos. O cabo Shimada chegou a ser baleado na perna num tiroteio contra pescadores em junho de 1953, mas sobreviveu até se envolver numa briga quase um ano depois. Em outra briga, em outubro de 1972, o soldado Kozuda acabou sendo assassinado, o que deixou Onoda sozinho e ainda acreditando na continuidade da guerra, apesar de várias outras tentativas de convencimento sobre os fatos. Mesmo sem companheiros Onoda seguiu com sua missão de sabotagem por meio da provocação de incêndios, rouba de gado e outras ações que prejudicavam camponeses e causavam constrangimentos ao governo japonês, que recebia reiteradas queixas por parte dos filipinos.

O aventureiros Norio Suzuki acabou adotando o propósito de encontrar e convencer Onoda sobre o fim da guerra e fazer com que ele finalmente se rendesse. Após uma exaustiva busca Suziki finalmente encontrou o compatriota em 20 de fevereiro de 1974, mas sua capacidade de argumentação não foi suficiente e Onoda manteve-se firme em sua disposição de resistir sozinho até receber ordens de um oficial superior. A recusa fez com que Suzuki voltasse para o Japão, encontrasse o major Yoshimi Taniguchi, antigo comandante de Onoda, para levá-lo a Lubang para ordenar a rendição e finalmente em 9 de março – 29 anos após o fim da guerra – o guerreiro teimoso acabou reconhecendo a derrota.

Para o governo filipino isso foi um alívio e considerando a condição mental de Onoda o presidente Ferdinand Marcos o anistiou dos crimes cometidos (que incluíam vários homicídios).

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Rendição: Onoda entregando sua espada ao presidente filipino

Onoda voltou para Japão, onde foi consagrado como herói de guerra, mas depois resolveu se mudar para o Brasil, se estabelecendo numa colônia no interior do Mato Grosso e vivendo como fazendeiro. Voltou posteriormente ao seu país e acabou virando professor de técnicas de sobrevivência.

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Foto de 2010

O herói japonês morreu em Tókio no 16 de janeiro de 2014, aos 91 anos de idade. Familiares do tenente Onoda ainda vivem no Brasil, país que continuou visitando e onde foi condecorado pela Força Aérea com a Medalha do Mérito Santo Dumont.

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Armas falsas do Japão na II Guerra Mundial

junho 23, 2016

Enganar o inimigo é também um recurso estratégico numa guerra e o emprego de iscas foi bastante utilizado durante a Segunda Guerra Mundial. Os dois lados no conflito utilizaram métodos e trapaças par tapear, o que incluía o recurso de montar tanques, embarcações e aviões falsos para iludir e dar a impressionar e amedrontar o inimigo e já tivemos uma postagem sobre isso anteriormente. Os japoneses, por exemplo, recorreram à utilização de aviões, tanques e outras reproduções de máquinas de guerra feitas de bambu, madeira, pedra e cimento com o objetivo de dar impressões falsas ao sistema de espionagem dos EUA.

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“Manequim” de bombardeiro feito de bambu e tábuas e ligeiramente encoberto por vegetação (eles cobriam propositalmente com vegetação para chamar ainda mais a atenção da espionagem, que teria a impressão de que os japoneses estavam “escondendo” seu arsenal)

Dummy tank carved from soft volcanic ash, Iwo Jima. (U.S. Army)

Tanque feito de rocha vulcânica esculpida em Iwo Jima

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American Marine and Wooden Tank Decoy

Tanque de madeira em Okinawa

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Um falso avião de combate feito de madeira ao lado de um avião de verdade

WWII China

Outro curioso recurso de enganação: os japoneses pintaram  imenso avião norte-americano B-29 supostamente em chamas no chão perto de uma de suas bases aéreas na China  e a ideia era dar a impressão aos observadores aéreos inimigos de que o suposto avião foi atingido, mas que estava ainda caindo.

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Um estranho veículo falso montado sobre trilhos

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Um soldado espantalho com arma de bambu

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Um funcional veículo de combate com um sistema de amortecimento, que supostamente ajudaria a disfarçar sua aproximação ao reduzir a vibração no solo. A foto é japonesa registrada numa fábrica de veículos militares.

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Baixa tecnologia também foi empregada na Segunda Guerra Mundial

junho 23, 2015

Não apenas por meio de bomba atômica, caças e tanques poderosos que a Segunda Guerra Mundial será lembrada. No conflito também foram empregados recursos nada avançados e que cumpriram suas finalidades. Aqui estão alguns exemplos.

  • Biplanos

Os velhos aviões usados na Primeira Guerra contrastaram com as aeronaves modernas com as quais dividiam os céus. A aviação avançou bastante entre as duas guerras, mas isso não descartou de vez o emprego dos aviões com tecnologia mais antiga.

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FIAT C.4.42 Falco

O FIAT C.4.42 Falco era um exemplo de modelo que persistia numa engenharia tida como obsoleta, mas o pequeno avião italiano entrou em combate mesmo assim – até maio de 1945 os velhos Falco eram empregados em ataques.

Biplano soviético largamente empregado em combate

Biplano soviético largamente empregado em combate

Também teve destaque o britânico Gloster Gladiator SS37, último modelo dessa categoria utilizado pela RAF, e o soviético Polikarpov PO-2, que os alemães pejorativamente chamavam de “máquina de costura”, mas que que lhes causaram grande estrago na Batalha de Stalingrado, sobretudo através de ataques noturnos conduzidos principalmente por mulheres pilotos russas que faziam os aviões planarem com os motores desligados sobre os inimigos em solo.

  • Cavalaria
Cavalaria polonesa na Batalha do Bzura, em 1939

Cavalaria polonesa na Batalha do Bzura, em 1939

Na Primeira Guerra as tropas montadas perderam o status de força de combate eficiente, mas isso não significou a completa extinção desse tipo de grupamento. Mesmo o poderoso exército nazista possuía quatro divisões montadas durante a Segunda Guerra e os soviéticos mantiveram treze – consta que mesmo os EUA estavam, em 1941, constituindo uma divisão com mais de 20.000 cavalos.

  • Transporte animal
Soldados alemães na Criméia

Soldados alemães na Criméia

A guerra não foi totalmente motorizada quando as operações de logística eram realizadas. Para fins estruturais também foram empregados animais de tração em diversos serviços e os alemães mantiveram por volta de 1,1 milhão da cavalos em operação para serviços logísticos.

  • Pombo correio
Forças aliadas acionando um pombo correio

Forças aliadas acionando um pombo correio

Essa prática introduzida pelos antigos persas não foi abandonada na Segunda Guerra Mundial, pois pombos treinados voavam transmitindo mensagens através de campos de batalha. Os britânicos chegaram a empregar mais de 250 mil aves durante a guerra e possuíam um departamento especializado nesse tipo de atividade em suas Forças Armadas. Os pombos reduziam a possibilidade de interceptação de comunicação – o que era comum no emprego de sinal de rádio – e diminuíam a dependência de recursos então tidos como de alta tecnologia.

  • Sinalização visual
Comandante de tanque russo após êxito em combate ao lado de um tanque alemão Tigre I vencido em combate

Comandante de tanque russo após êxito em combate ao lado de um tanque alemão Tigre I vencido em combate

Usualmente associada à comunicação marítima e também aérea, a sinalização visual também foi empregada nas divisões motorizadas soviéticas (o mais comum seria imaginar o emprego de rádio entre os tanques de guerra, como faziam os alemães e norte-americanos). Eram utilizados semáforos luminosos para sinalizar estratégias e comandos mesmo nos poderosos tanques T-34, que tanto atormentaram os alemães.

  • Trincheiras
Trincheira em Leningrado, 1942

Trincheira em Leningrado, 1942

Por séculos as trincheiras eram empregadas em combates e aparentemente perderiam sentido diante da ofensiva tecnológica e da infantaria motorizada, mas na Segunda Guerra Mundial as escavações eram também altamente empregadas. Na Batalha de Sebastopol, na Criméia, os soviéticos estruturaram um complexo de trincheiras para enfrentar a artilharia alemã, mas esse não é um exemplo isolado do emprego dos fossos fortificados, pois em vários campos de batalha o antigo método de defesa foi utilizado seja pelos Aliados quanto também pelos integrantes do Eixo.

  • Inundação
Inundação provocada por alemães na Holanda, 1944

Inundação provocada por alemães na Holanda, 1944

Também não era nenhuma novidade a manipulação de cursos e fluxos de água com finalidade bélica – o que ocorria por meio da destruição de diques e represas – e não faltaram apelos para essa tática. Os alemães deixaram um rastro de inundações provocadas ao destruírem estruturas de represamento quando recuavam de suas posições a partir de 1944, o que retardava o avanço de seus inimigos que pressionavam e cercavam as tropas nazistas.

  • Guerra biológica
Integrantes da temida Unidade 731, do Exército Imperial do Japão, especializada em guerra biológica

Integrantes da temida Unidade 731, do Exército Imperial do Japão, especializada em guerra biológica

Agentes infecciosos e veneno também eram empregados como armas. O apelo para a contaminação já era usado na Antiguidade e na Idade Média, mas não foi abandonado na Segunda Guerra Mundial. Disseminar toxinas ou patógenos foi prática no conflito e, por exemplo, japoneses contaminavam fontes de água potável em aldeias chinesas para disseminar cólera e tifo.

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Armas falsas e estratégias de enganação na Segunda Guerra Mundial

junho 21, 2015

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Durante a Segunda Guerra Mundial enganar o inimigo poderia ser tão decisivo quanto vencê-lo numa batalha. Para isso os contendedores usavam a criatividade para iludir seus oponentes e criar falsas impressões, tendo utilizado meios para enganar através de objetos e cenários falsos. A malandragem de guerra envolvia a elaboração de sofisticados artifícios como veículos infláveis, armas que não tinham efetividade destrutiva, soldados e até cidades “fake”. Os exemplos eram curiosíssimos.

Canhão inflável: A única explosão que poderia causar seria dele mesmo caso a borracha fosse rompida ou enchido demais.

Canhão inflável: A única explosão que poderia causar seria dele mesmo caso a borracha fosse rompida ou enchido demais.

Além de tanques e outros veículos de borracha que serviam para criar a ilusão de que os comboios militares eram maiores do que realmente costumavam ser (o gif acima demonstra criações do exército dos EUA), valiam outras armações como sistemas de som que reproduziam estrondos de explosões e ruídos de veículos terrestres e aviões inexistentes, que provocavam terror entre os inimigos que achavam que estavam diante de forças que não poderia enfrentar ou conter (clique e confira).

Até em ataques aéreos os Aliados empregavam paraquedistas falsos para influenciar uma perspectiva enganadora do volume da ofensiva através do emprego de bonecos (que os norte-americanos chamavam de Oscar e os britânicos chamavam de Rupert). E, claro, é conhecido o emprego em larga escala de navios falsos para despistar os nazistas por ocasião da execução estratégica do Dia D.

Outra curiosa aplicação da falsidade foi realizada para esconder as instalações da Boeing (que produzia significativa parte das aeronaves de guerra dos EUA), em Seattle. Com receio de um bombardeio alemão, uma cidade falsa de 25 hectares foi inteiramente foi montada sobre a fábrica

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Dica de leitura: “Barbarossa – A invasão da União Soviética pela Alemanha nazista em 1941”

fevereiro 26, 2015

Nesta mas nova publicação da M. Books uma outra instigante história é abordada: “A Operação Barbarossa”, plano alemão que visava invadir a União Soviética. O livro foi escrito por Will Fowler, que acumulou experiência e conhecimentos como jornalista especializado em história militar e também como integrante da 7ª Brigada Blindada britânica na Primeira Guerra do Golfo (1990-1991). A publicação pode ser obtida através do site da editora.

barbarossa_bigEm 22 de junho de 1941, os alemães iniciaram a tão esperada invasão da União Soviética. Em código, seu nome era “Operação Barbarossa”, devido a um dos heróis de Hitler, o imperador Frederico Barba-Ruiva (Barbarossa) do Sacro Império Romano, no século XII. O ataque culminou o antigo desejo de Hitler de estender para Leste as fronteiras do Reich.

No início do verão de 1941, os alemães reuniram um exército de três milhões de homens, 3.300 tanques e 2 mil aeronaves. Diante dele estava o Exército Vermelho parcialmente mobilizado, formado por 3,5 milhões de homens e 20 mil tanques. Nessa importantíssima primeira semana, o resultado da campanha como um todo poderia ser decidido: se o Exército Vermelho pudesse ser vencido rapidamente com o uso da tática da Blitzkrieg (“guerra-relâmpago”), o caminho de Moscou estaria aberto. A luta que se seguiu foi um dos conflitos mais ferozes da história da guerra moderna. As forças alemãs avançaram em três formações: o Grupo de Exércitos Norte foi encarregado de capturar os estados bálticos e Leningrado; o Grupo de Exércitos Centro deveria avançar até Moscou; e o Grupo de Exércitos Sul teria de subjugar a Ucrânia. Em seis dias, a Wehrmacht capturou Riga, Minsk e Lvov, e o Grupo de Exércitos Centro avançou 300 quilômetros pelo interior soviético.

Com a ajuda de mapas especialmente elaborados, Barbarossa descreve a história dramática da primeira semana da invasão da União Soviética. O livro começa com uma visão geral do sucesso da Wehrmacht até 1941, seguida por capítulos que delineiam o plano de ataque do alto-comando alemão e a disposição defensiva das forças soviéticas. O autor descreve
o bombardeio inicial, seguido por relatos detalhados do destino dos três Grupos de Exércitos na primeira semana da campanha. O livro termina com uma análise do restante da campanha e do fracasso final alemão, que não conseguiu destruir o Exército Vermelho nem capturar Moscou.

Com relatos em primeira mão de ambos os lados, fotografias vívidas, quadros detalhados e mapas exclusivos do avanço alemão e das ações defensivas soviéticas, Barbarossa é um estudo abrangente da primeira semana dos quatro anos de guerra na frente oriental.

  • O livro contém descrições detalhadas das manobras táticas dos exércitos alemão e soviético durante a primeira e importantíssima semana.
  • Mapas mostram as áreas de operação, as tropas envolvidas e seus movimentos na primeira semana de campanha.
  • Inclui numerosos relatos pessoais de participantes de ambos os lados do combate.
  • Ilustrado com fotografias dramáticas que registram o avanço-relâmpago dos três grupos de exércitos alemães e a resoluta defesa da pátria pelo Exército Vermelho.
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Sugestão de leitura: “Blitzkrieg – O Plano Estratégico de Hitler para Conquistar a Europa”

novembro 7, 2014

blitzlivroO livro aborda o desenvolvimento, construção e implementação do Corpo Panzer, e de como essa força militar se tornou a ponta de lança das máquinas militares mais eficientes do mundo até sua derrota final. Nesta obra, a guerra dos Panzer é vista pelos olhos daqueles que nela lutaram e puseram a mais mortal das armas nas mãos indignadas de Hitler.

Baseada em velocidade, e surpresa a Blitzkrieg (literalmente “guerra relâmpago”) envolvia unidades de tanques leves, apoiadas por aeronaves e infantaria, abrindo caminhos através de linhas inimigas e rumando céleres para capturar objetivos antes que o inimigo tivesse tempo de reagrupar-se. Após o sucesso de tanques britânicos na Primeira Guerra Mundial, os Alemães decidiram que o futuro da guerra estava nos Panzerkampfwagen, ou carros de combates blindados, mais tarde conhecidos simplesmente, em alemão, como Panzer.

Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, viu rapidamente como essas formações Panzer poderiam invadir países e derrotar inimigos tradicionais da Alemanha, objetivando a construção do império europeu que o ditador tanto desejava.

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Profissão Perigo: Desarmadores de bombas antes dos recursos tecnológicos

abril 9, 2014

O desarme de bombas é uma atividade de altíssima periculosidade. Os riscos e danos são tão graves que hoje em dia a tecnologia é utilizada para executar esta tarefa, pois os robôs com dispositivos controlados a distância agora são empregados para o cumprimento dessas missões. Mas no passado as bombas eram desarmadas diretamente por destemidos operadores que não possuíam os mínimos recursos de segurança disponíveis. Militares e policiais se encarregavam de encarar os perigos nem sempre com sucesso. Aqui alguns registros desta atividade arriscada.

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Operação para retirada de detonador de bomba alemã na Inglaterra em 1940

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Uma bomba japonesa que conseguiu penetrar no chão sem explodir sendo retirada por militares ingleses na Nova Guiné em 1942

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Soldado britânico avalia uma bomba alemã que falhou utilizando nada menos que uma picareta (1940)

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