Posts Tagged ‘tecnologia’

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Uma melodia de 1902 é a origem do icônico toque da Nokia

março 7, 2017

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As tecnologias corriqueiras que usamos todos os dias podem esconder surpresas. Esse é o caso do mais popular toque de celular do mundo, que virou característica da Nokia a partir de 1993 e ficou conhecido como “Nokia Tune”.

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O “Nokia Tune”

Trata-se da composição “Gran Vals”, feita pelo violonista clássico e compositor Francisco Tárrega. O trecho é famoso por causa dos toque telefônico e pouco conhecido como uma obra instrumental sofisticada, que Tárrega chegou a apresentar em concertos e apresentações íntimas.

No início da música está o trecho tão famoso, mas vale muito a pena ouvir até o final.

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Armas falsas do Japão na II Guerra Mundial

junho 23, 2016

Enganar o inimigo é também um recurso estratégico numa guerra e o emprego de iscas foi bastante utilizado durante a Segunda Guerra Mundial. Os dois lados no conflito utilizaram métodos e trapaças par tapear, o que incluía o recurso de montar tanques, embarcações e aviões falsos para iludir e dar a impressionar e amedrontar o inimigo e já tivemos uma postagem sobre isso anteriormente. Os japoneses, por exemplo, recorreram à utilização de aviões, tanques e outras reproduções de máquinas de guerra feitas de bambu, madeira, pedra e cimento com o objetivo de dar impressões falsas ao sistema de espionagem dos EUA.

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“Manequim” de bombardeiro feito de bambu e tábuas e ligeiramente encoberto por vegetação (eles cobriam propositalmente com vegetação para chamar ainda mais a atenção da espionagem, que teria a impressão de que os japoneses estavam “escondendo” seu arsenal)

Dummy tank carved from soft volcanic ash, Iwo Jima. (U.S. Army)

Tanque feito de rocha vulcânica esculpida em Iwo Jima

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Tanque de madeira em Okinawa

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Um falso avião de combate feito de madeira ao lado de um avião de verdade

WWII China

Outro curioso recurso de enganação: os japoneses pintaram  imenso avião norte-americano B-29 supostamente em chamas no chão perto de uma de suas bases aéreas na China  e a ideia era dar a impressão aos observadores aéreos inimigos de que o suposto avião foi atingido, mas que estava ainda caindo.

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Um estranho veículo falso montado sobre trilhos

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Um soldado espantalho com arma de bambu

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Um funcional veículo de combate com um sistema de amortecimento, que supostamente ajudaria a disfarçar sua aproximação ao reduzir a vibração no solo. A foto é japonesa registrada numa fábrica de veículos militares.

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As estações espaciais infláveis da NASA

outubro 20, 2015

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Construir uma estação espacial inflável fez parte dos planos da NASA por um tempo. A ideia parecia boa: A estação seria leve, portátil (seria facilmente empacotada quando esvaziada) e mais barata que qualquer outro conceito ou projeto. Protótipos de 9 e 7 metros de diâmetro foram montados com ajuda da Goodyear em 1961 e podiam comportar dois astronautas para missões longas no espaço. As estações foram confeccionadas com material especial e funcionariam com energia solar. Enfim, parecia ser uma ótima ideia, exceto um pequeno detalhe: As estações poderiam ser facilmente vulneráveis diante de impactos de pequenos meteoritos ou de acidentes ocorridos em seu interior.

O projeto nunca chegou a virar realidade.

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Armas falsas e estratégias de enganação na Segunda Guerra Mundial

junho 21, 2015

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Durante a Segunda Guerra Mundial enganar o inimigo poderia ser tão decisivo quanto vencê-lo numa batalha. Para isso os contendedores usavam a criatividade para iludir seus oponentes e criar falsas impressões, tendo utilizado meios para enganar através de objetos e cenários falsos. A malandragem de guerra envolvia a elaboração de sofisticados artifícios como veículos infláveis, armas que não tinham efetividade destrutiva, soldados e até cidades “fake”. Os exemplos eram curiosíssimos.

Canhão inflável: A única explosão que poderia causar seria dele mesmo caso a borracha fosse rompida ou enchido demais.

Canhão inflável: A única explosão que poderia causar seria dele mesmo caso a borracha fosse rompida ou enchido demais.

Além de tanques e outros veículos de borracha que serviam para criar a ilusão de que os comboios militares eram maiores do que realmente costumavam ser (o gif acima demonstra criações do exército dos EUA), valiam outras armações como sistemas de som que reproduziam estrondos de explosões e ruídos de veículos terrestres e aviões inexistentes, que provocavam terror entre os inimigos que achavam que estavam diante de forças que não poderia enfrentar ou conter (clique e confira).

Até em ataques aéreos os Aliados empregavam paraquedistas falsos para influenciar uma perspectiva enganadora do volume da ofensiva através do emprego de bonecos (que os norte-americanos chamavam de Oscar e os britânicos chamavam de Rupert). E, claro, é conhecido o emprego em larga escala de navios falsos para despistar os nazistas por ocasião da execução estratégica do Dia D.

Outra curiosa aplicação da falsidade foi realizada para esconder as instalações da Boeing (que produzia significativa parte das aeronaves de guerra dos EUA), em Seattle. Com receio de um bombardeio alemão, uma cidade falsa de 25 hectares foi inteiramente foi montada sobre a fábrica

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Profissão Perigo: Desarmadores de bombas antes dos recursos tecnológicos

abril 9, 2014

O desarme de bombas é uma atividade de altíssima periculosidade. Os riscos e danos são tão graves que hoje em dia a tecnologia é utilizada para executar esta tarefa, pois os robôs com dispositivos controlados a distância agora são empregados para o cumprimento dessas missões. Mas no passado as bombas eram desarmadas diretamente por destemidos operadores que não possuíam os mínimos recursos de segurança disponíveis. Militares e policiais se encarregavam de encarar os perigos nem sempre com sucesso. Aqui alguns registros desta atividade arriscada.

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Operação para retirada de detonador de bomba alemã na Inglaterra em 1940

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Uma bomba japonesa que conseguiu penetrar no chão sem explodir sendo retirada por militares ingleses na Nova Guiné em 1942

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Soldado britânico avalia uma bomba alemã que falhou utilizando nada menos que uma picareta (1940)

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Bicicletas de guerra

abril 8, 2014

Hoje os espaços para as bicicletas são reivindicados em grandes cidades, que necessitam garantir ciclovias e ciclofaixas para a circulação de pessoas em suas “bikes” como uma sustentável e saudável opção de transporte. Muitos brasileiros já utilizam as bicicletas no deslocamento diário para o trabalho também como opção ao precário e caro serviço de transporte coletivo ou como forma de evitar o caos do trânsito automotivo. Também é crescente o volume de ciclistas que aderiram ao uso das bicicletas como forma de garantir um exercício físico divertido e produtivo através de passeios coletivos noturnos e nos fins de semana. Muitos nem imaginam o uso das bicicletas (além de triciclos e quadriciclos) para finalidades militares, mas elas também tiveram utilidade em campos de batalha (apesar de imaginarmos que isso pareça estranho hoje em dia). Aqui estão alguns modelos curiosos e interessantes.

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Soldados finlandeses na Força de Paz da ONU no Chipre (1964)

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Bicicleta suíça para artilharia pesada

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Membros de tropa colonial do Congo Belga (1943)

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Bicicleta dobrável britânica utilizada por paraquedistas durante a II Guerra Mundial

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A evolução das próteses

março 27, 2014

A preocupação com a adequação de pessoas mutiladas ou que padeciam de deficiências levou alguns inventores, médicos e curiosos a uma produção de artefatos para “substituir” os membros necessários para as vidas daqueles que faziam uso dessas criações. As próteses nem sempre eram confortáveis, muitas vezes incomodavam e até feriam, mas o desenvolvimento desses projetos foi representando uma trajetória para o aprimoramento das próteses.

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Século 16: Projeto do braço direito de Gottfried “Götz” Von Berlichingen

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Século 16: Projeto do braço direito de Gottfried “Götz” Von Berlichingen

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1580: Mão de ferro

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1580: Mão e braço de ferro

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