Tortura Medieval: Pera da Angústia

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Esta tormentosa e sofisticada peça de tortura também era conhecida como “Pera da Confissão”, “Pera do Papa” (nomes atribuídos em função do fato de ter sido dispositivo utilizado durante a Inquisição) ou ainda poderia ser identificada como “Pera Bucal”, “Pera Vaginal”, “Pera Anal” ou simplesmente como “A Pera”.

Tratava-se de um instrumento em forma de pera composto por quatro faces que eram lentamente separadas umas das outras a partir da engenhosa articulação acionada por um parafuso giratório disposto na parte superior da geringonça. O artefato foi utilizado durante a Idade Média como instrumento de tortura empregado preferencialmente contra mulheres que realizaram abortos, contra os mentirosos, os blasfemos e muitos homossexuais. O aparelho costumava ser inserido em um dos orifícios da vítima: a vagina para as mulheres, o ânus para aqueles considerados homossexuais masculinos e a boca no caso dos mentirosos e blasfemos.

A pera provocava insuportáveis dores e lesões ao se expandir no interior das vítimas, mas geralmente não era letal e costumava ser empregada em seções que envolviam usos de outros instrumentos. Há casos nos quais o dispositivo foi empregado como uma espécie de mordaça mecânica (há quem acredite até que este foi o objetivo inicial de sua invenção).

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