Archive for the ‘Notícias’ Category

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Comissões da verdade discutem tratamento a crimes cometidos durante regimes autoritários

março 17, 2012

Enquanto o Brasil discute se vai escancarar ou esconder abusos da Ditadura Militar, outras 40 comissões ao redor do mundo decidem como tratar os crimes do passado. No Japão, a decisão foi o silêncio sobre os abusos contra a China.

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Esclarecimento sobre o cálculo da nota final no vestibular da UFPE

janeiro 23, 2011
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Esclareça dúvidas sobre o novo ENEM

maio 9, 2009

[Clique aqui e confira informações mais detalhadas no site do ENEM]

As universidades federais começam a discutir a unificação de seus vestibulares. Uma nova versão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – mais extensa e mais difícil – substituiria o processo seletivo. O ministro da Educação, Fernando Haddad, autor da proposta, quer que a mudança comece a valer neste ano. O que pode mudar?

O vestibular vai acabar?

Não. A proposta do Ministério da Educação é que uma nova versão do Enem vire a principal etapa do processo seletivo das universidades federais. E de outras que aderirem. O exame pode virar a primeira fase ou substituir o processo todo – isso será definido por cada universidade. De qualquer maneira, os alunos que quiserem os cursos mais procurados vão continuar precisando estudar muito. A principal diferença é que, com o novo Enem, eles poderão se concentrar em um exame só. E usar a nota para pleitear vaga em diversas universidades.

Como vai ser o novo Enem?

A proposta inicial é que, além da redação, a prova passe das atuais 63 questões de múltipla escolha para 200. Serão quatro provas de 50 questões, aplicadas em dois dias, uma de manhã e outra à tarde. A maior mudança será no formato das perguntas. Até hoje, o Enem centrou-se na verificação de habilidades dos candidatos, como o raciocínio lógico e a interpretação de texto. Mesmo quem não lembra as fórmulas matemáticas ou as características de certo escritor pode ir bem apenas raciocinando com as informações do enunciado.

O modelo novo seria um meio-termo entre o formato atual do Enem e o vestibular tradicional: aquele que exige conteúdo extenso e memorização de regras que o aluno raramente vai usar ao longo da vida. Ainda muito adotado em universidades públicas e privadas, esse formato é tido como antiquado pelos especialistas em avaliação. “Eu trabalho com línguas e vejo perguntas de português em alguns vestibulares que não saberia responder sem consultar uma gramática”, diz Gisele Gama, especialista em avaliação educacional. Um exemplo de prova assim é o vestibular da Universidade Federal do Ceará. Em 2008, algumas questões de língua portuguesa apenas verificavam se o candidato lera os livros pedidos. Para isso, uma delas pedia que ele ligasse o nome do personagem a sua descrição.

A principal mudança será inserir a cobrança de conteúdo, sem abandonar a exigência pelas habilidades. “Não somos contra a memorização”, diz Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pela reformulação do exame. “O problema é decorar um monte de informações e não saber aprofundar nada.” No novo Enem, o aluno vai ter de aplicar o conteúdo para resolver problemas em situações novas. São caminhos que não podem ser decorados por meio da prática repetitiva na escola ou no cursinho. O candidato deverá saber as características gerais dos personagens dos livros que vão cair na prova. Mas, além disso, pode ser chamado a encontrar a semelhança entre o comportamento de um personagem e dos jovens brasileiros – relacionando a interpretação do livro com uma tabela estatística do Censo.

A prova vai ficar mais difícil?

No formato do Enem atual, é comum que os alunos mais preparados cheguem perto de gabaritar a prova. O empate de notas é frequente. Isso acontece porque a prova foi elaborada para avaliar os alunos individualmente, e não classificá-los. Para que as universidades possam usá-lo para selecionar, o grau de dificuldade vai aumentar na profundidade das questões.

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Quais disciplinas vão cair na prova?

As provas serão divididas em quatro grandes áreas: linguagens e códigos (língua portuguesa, inglês e redação), ciências humanas (geografia e história), ciências da natureza (biologia, física e química) e matemática. Os alunos deverão relacionar os conhecimentos entre as disciplinas. Em uma questão sobre a guerra na Bósnia, por exemplo, ele precisará usar conhecimento de história e geografia para acertar.

Como os candidatos podem se preparar?

O programa da nova prova ainda não tem previsão para ser divulgado. Por enquanto, o jeito é estudar para o vestibular e o Enem atuais. “O exame proposto é mais eficiente para selecionar os melhores”, diz Nicolau Marmo, coordenador-geral do Anglo. “Já tranquilizamos os alunos. Quem estuda passa em qualquer uma dessas provas.”

Como muda a disputa por vagas?

A vida vai mudar, para melhor, para os candidatos que querem prestar vestibular em outras cidades. Os candidatos poderão fazer o Enem em seu Estado e, com a nota, pleitear vagas a distância. Isso dá mais chance a quem não tem renda para viajar. Ainda assim, é possível que as universidades elaborem uma segunda fase para os cursos que exigem habilidades específicas, como arquitetura. E para os mais disputados, como medicina. Nesse caso, é possível que os candidatos precisem se deslocar para fazer a segunda fase.

Por que o governo vai mexer no vestibular?

A preparação para o vestibular é uma das maiores preocupações dos alunos do ensino médio, pais e professores. Mesmo colégios com propostas pedagógicas alternativas sofrem essa pressão. É natural que as escolas orientem seus currículos de acordo com o que vai ser cobrado. Mas as universidades estão preocupadas em selecionar alunos, não em orientar o currículo do ensino médio. E aqui está o principal argumento do ministério: as escolas acabam se distanciando de atividades mais reflexivas, que também são importantes para a formação. Com a mudança, os professores ganhariam tempo para atividades de fixação e elaboração do conhecimento – como redações e pesquisas em grupo.

Para elaborar a proposta, o governo se inspirou no sistema americano de avaliação do ensino médio, o SAT, que também funciona como porta de entrada para as universidades. Além da nota, cada universidade tem outros critérios para selecionar alunos.

No Brasil, o vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, é um dos mais próximos do formato proposto para o Enem. A mudança começou em 1987, quando a universidade deixou de usar a Fuvest (o vestibular da Universidade de São Paulo) como prova de seleção. “A Fuvest mudou de lá para cá, mas, na época, houve um diagnóstico de que tinha pegadinhas e decoreba, o que dava vantagem a alunos treinados para a prova e com conhecimento enciclopédico”, afirma Leandro Tessler, coordenador do processo seletivo da Unicamp.

No novo vestibular da Unicamp, as perguntas passaram a valorizar a leitura, a interpretação e o raciocínio. As fórmulas de física e a tabela periódica estão todas lá, no enunciado. A surpresa é que o perfil dos alunos aprovados quase não mudou. O impacto maior foi sobre as escolas da cidade. “O vestibular era uma referência e, com a mu dança, elas mudaram também.

Quais universidades vão adotar o novo Enem?

A proposta foi apresentada na semana passada às universidades federais. Elas ainda não tomaram posição. Embora recebam verbas federais, não são obrigadas a seguir determinações do ministério. “A ideia é interessante. Todos os reitores se mostraram abertos”, diz Amaro Lins, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. As universidades podem elaborar, em conjunto, o conteúdo da prova.

Se o modelo for aceito na rede federal, há a possibilidade de se expandir às redes estadual e privada. Algumas instituições que já usam o exame como um dos critérios podem aumentar o peso do Enem na classificação. É o caso da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Seu vestibular é composto de prova objetiva, discursiva e re-dação. Se for superior à nota da objetiva, o Enem prevalece. Mas o peso maior ainda é para o exame discursivo. Segundo Ana Maria Zillocchi, coordenadora do vestibular da PUC-SP, a instituição vai observar o processo nas federais para repensar, no futuro, o peso do Enem em sua classificação: “Ainda é muito cedo para falar, mas a ideia é boa”.

Notícias:

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As maiores economias do mundo

abril 18, 2009

O que é o G20?

 

Diante desta nova crise internacional, líderes mundiais precisam manter diálogos constantes para encontrar soluções que resolvam os problemas que afetam as economias dos países. Recentemente, em Londres, um grupo conhecido como G20 reuniu-se para debater sobre a crise e o presidente do Brasil fio uma das figuras mais destacadas no encontro. Mas, afinal, o que é o G20 e quais países integram este grupo?

 

O G20 ou Grupo dos 20 é um conjunto composto, na verdade, por 19 países individuais que possuem as maiores economias do mundo ou que possuem maior relevância econômica internacional – a União Européia também integra o G20 em conjunto. Países “desenvolvidos” e também “emergentes” integram este seleto grupo, que realiza reuniões com a participação de seus governantes e de suas equipes econômicas com a finalidade de debater temas de grande importância para o cenário econômico internacional.

 

São integrantes do G20 os seguintes países (por ordem de grandeza do PIB – Produto Interno Bruto – em dólares):

 

1- Estados Unidos 

PIB: US$ 14,5 trilhões

População: 304 milhões

Renda per capta: US$ 47.700

 

2- Japão

PIB: US$ 4,8 trilhões

População: 127 milhões

Renda per capta: US$ 37.800

 

3- China

PIB: US$ 4,2 trilhões

População: 1,3 bilhões

Renda per capta: US$ 33.076

 

4- Alemanha

PIB: US$ 3,8 trilhões

População: 82 milhões

Renda per capta: US$ 46.341

 

5- França

PIB: US$ 2,9 trilhões

População: 64 milhões

Renda per capta: US$ 45.312

 

6- Reino Unido

PIB: US$ 2,7 trilhões

População: 61 milhões

Renda per capta: US$ 44.262

 

7- Itália

PIB: US$ 2,4 trilhões

População: 58 milhões

Renda per capta: US$ 41.379

 

8- Rússia

PIB: US$ 1,7 trilhão

População: 141 milhões

Renda per capta: US$ 12.56

 

9- Brasil

PIB: US$ 1,6 trilhão

População: 196 milhões

Renda per capta: US$ 8.063

 

10- Canadá

PIB: US$ 1,5 trilhão

População: 33 milhões

Renda per capta: US$ 45.454

 

11- Índia

PIB: US$ 1,2 trilhão

População: 1,1 bilhão

Renda per capta: US$ 1.090

 

12- México

PIB: US$ 1,1 trilhão

População: 110 milhões

Renda per capta: US$ 10.000

 

13- Austrália

PIB: US$ 1 trilhão

População: 21 milhões

Renda per capta: US$ 47.619

 

14- Coréia do Sul

PIB: US$ 858 bilhões

População: 48 milhões

Renda per capta: US$ 17.875

 

15- Turquia

PIB: US$ 790 bilhões

População: 72 milhões

Renda per capta: US$ 10.972

 

16- Indonésia

PIB: US$ 497 bilhões

População: 238 milhões

Renda per capta: US$ 2.088

 

17- Argentina

PIB: US$ 468 bilhões

População: 28 milhões

Renda per capta: US$ 16.714

 

18- Arábia Saudita

PIB: US$ 468 bilhões

População: 28 milhões

Renda per capta: US$ 16.714

 

19- África do Sul

PIB: US$ 300 bilhões

População: 49 milhões

Renda per capta: US$ 6.122

 

A União Européia também integra o G20 em seu conjunto, representando um PIB de US$ 18,8 trilhões e uma população de 491 milhões de habitantes.

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Concorrência do vestibular – COVEST/2009

outubro 9, 2008

UFPE/Recife

  1. Direito – 19,5
  2. Medicina – 17,8
  3. Comunicação Social / Jornalismo – 16,2
  4. Comunicação Social / Publicidade e Propaganda – 16,7
  5. Fisioterapia – 15.6
  6. Ciências Políticas / Relações Internacionais – 13,5
  7. Nutrição – 11,2
  8. Psicóloga – 10,9
  9. Enfermagem – 10,9
  10. Ciência da Computação / Bacharelado – 10,4
  11. Comunicação Social / Radialismo e TV – 10,3
  12. Administração – 10,1
  13. Odontologia – 8,7
  14. Design – 8,4
  15. Química Industrial – 8.2
  16. Educação Física – 8,0
  17. Engenharia da Computação – 7,9
  18. Arquitetura e Urbanismo – 7,9
  19. Fonoaudiologia -7,9
  20. Cinema – 7,4
  21. Serviço Social – 7,1
  22. Educação Artística /Artes Cênicas – 6,3
  23. Engenharia Biomédica – 6,3
  24. História – 6,2
  25. Ciências Contábeis – 6,0
  26. Letras – 5,9
  27. Biomedicina – 5,7
  28. Farmácia – 5,6
  29. Música / Licenciatura – 5,3
  30. Dança / Licenciatura – 5,2
  31. Terapia Ocupacional – 5,1
  32. Geologia – 4,9
  33. Oceanografia / Bacharelado – 4,9
  34. Engenharia Cartográfica – 4,8
  35. Engenharia Civil – 4,8
  36. Engenharia de Minas – 4,7
  37. Engenharia Elétrica Eletrônica – 4.8
  38. Engenharia Elétrica Eletrotécnica – 4,8
  39. Engenharia Mecânica – 4,8
  40. Engenharia de Produção – 4,8
  41. Engenharia Química -4.8
  42. Engenharia de Alimentos – 4,8
  43. Engenharia de Energia – 4,8
  44. Educação Artística / Artes Plásticas – 4,7
  45. Turismo – 4,6
  46. Química / Bacharelado – 4,6
  47. Ciências Econômicas – 4,5
  48. Pedagogia – 4,5
  49. Biblioteconomia – 4,5
  50. Ciências Biológicas / Bacharelado – 4,5
  51. Hotelaria – 4,4
  52. Filosofia – 4,2
  53. Ciências Sociais / Licenciatura – 3,9
  54. Física / Bacharelado – 3,9
  55. Arqueologia – 3,6
  56. Gestão da Informação – 3,6
  57. Museologia / Bacharelado – 3,5
  58. Bacharelado em Música – Canto – 3,4
  59. Secretariado – 3,4
  60. Geografia/ Licenciatura – 3,4
  61. Geografia /Bacharelado – 3,4
  62. Ciências Sociais/ Bacharelado – 3,1
  63. Desenho e Plástica/ Licenciatura – 3,1
  64. Ciências Atuariais – 2,9
  65. Bacharelado em Música – Instrumento – 2,9
  66. Matemática/ Licenciatura – 2,9
  67. Ciências Biológicas / Licenciatura – 2,9
  68. Ciências Biológicas / Ciências Ambientais – 2,6
  69. Física / Licenciatura – 2,6
  70. Química / Licenciatura – 2,5
  71. Matemática / Bacharelado – 2,2
  72. Estatística – 2,1
UFRPE/Recife
  1. Gastronomia e Segurança Alimentar – 13,4
  2. Medicina Veterinária – 6,5
  3. História – 5,8
  4. Ciência Biológicas / Bach. – 4,2
  5. Pedagogia – 4,1
  6. Agronomia – 3,9
  7. Eng. Agrícola e Ambiental – 3,5
  8. Economia – 3,3
  9. Zootecnia – 3,3
  10. Administração – 3,2
  11. Computação / Licenciatura – 2,9
  12. Economia Doméstica – 2,8
  13. Ciências Sociais – 2,7
  14. Ciências Biológicas / Lic. – 2,6
  15. Engenharia de Pesca – 2,4
  16. Sistemas da Informação – 2,4
  17. Letras – 2,1
  18. Eng. Florestal – 2,0
  19. Química / Lic. – 2,0
  20. Matemática / Lic. – 2,0
  21. Física / Lic. – 1,8
UFPE/Caruaru
  1. Engenharia Civil – 5,6
  2. Administração – 5,4
  3. Engenharia de Produção – 4,6
  4. Design – 4,2
  5. Pedagogia – 4,0
  6. Ciências Econômicas – 2,6
  7. Química / Licenciatura – 1,9
  8. Matemática / Licenciatura – 1,8
  9. Física / Licenciatura – 1,0
UFPE/Vitória de Santo Antão
  1. Enfermagem – 6,3
  2. Nutrição – 5,4
  3. Ciências Biológicas / Lic. – 2,4
UNIVASF/Petrolina
  1. Medicina – 29,1
  2. Enfermagem – 18,3
  3. Psicologia – 10,3
  4. Administração – 9,5
  5. Medicina Veterinária – 6,1
  6. Zootecnia – 3,0
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COVEST – Números do vestibular 2009

outubro 8, 2008

INSCRITOS:

  1. UFPE – 39.415 (74,66%)
  2. UFRPE – 6.040 (11,44%)
  3. UNIVASF – 7.337 (13,90%)
  4. TOTAL – 52.792 candidatos

 

EXPERIÊNCIA: 1.543 inscritos (2,92%)

INSCRITOS POR SEXO:

  • Masculino – 23.126 (43,8%)
  • Feminino – 29.666 (56,2%)

OPÇÕES POR LÍNGUA ESTRANGEIRA:

  • Inglês – 17.487 (33,13%)
  • Francês – 205 (0,38%)
  • Espanhol – 35.100 (66,49%)

ORIGEM DO CANDIDATO POR ESTABELECIMENTO DE ENSINO:

  • Todo em escola pública – 17.083 (32,36%)
  • Todo em escola particular – 27.169 (51,47%)
  • Parte em escola pública, parte em particular – 2.849 (5,39%)
  • Outros – 563 (1,07%)
  • Não respondido – 5.128 (9,71%)

 

Total de optantes pelo uso da nota do Enem – 33.396 (63,2%)

 

CONCORRÊNCIA (Os 10 +)

  1. Medicina/UNIVASF (29,1) 
  2. Direito/UFPE (19,5) 
  3. Enfermagem/UNIVASF (18,3)
  4. Medicina/UFPE (17,8) 
  5.  Comunicação Social / Jornalismo/UFPE (16,2) – Comunicação Social / Publicidade e Propaganda/UFPE (16,2)
  6. Fisioterapia/UFPE (15,6)
  7. Ciências Políticas – Relações Internacionais/UFPE (13,5) 
  8. Gastronomia e Segurança Alimentar/UFRPE (13,4)
  9. Nutrição/UFPE (11,2)
  10.  Enfermagem/UFPE (10,9) – Psicologia/UFPE (10,9)